O longa-metragem de ficção em preto e branco do chileno Juan Pablo Sallato, “Red Hangar”, que narra detalhes há muito reprimidos por trás do golpe militar que derrubou o presidente do Chile, Salvador Allende, varreu a vertente ibero-americana do 41ºst Festival de Cinema de Guadalajara (FICG), levando para mansão todas as categorias.
Na categoria Melhor Performance, o líder do “Red Hangar”, Nicolás Zárate, dividiu o prêmio com María Magdalena Sanizo em “A Filha Condor”.
“Olhar para o pretérito é principal para erigir um porvir melhor – mormente em tempos em que o fascismo está a ressurgir”, observou Zárate na protocolo de fechamento realizada no sábado, 25 de Abril.
O Hangar Vermelho
O Hangar Vermelho, cortesia de Villano Prods.
A seção Premio Mezcal, que reconhece filmes mexicanos, foi dominada por “Querida Fátima”, que conquistou os prêmios de melhor filme, diretor e público. O documentário investiga os casos persistentes e não resolvidos de feminicídio no México, enfatizados pela mãe da vítima Fátima, de 12 anos, Lorena Gutiérrez, que procurou a presidente Claudia Sheinbaum para tutelar seu caso. “A justiça é construída através da escuta”, disse ela. “Por muito tempo, ninguém nos ouviu – até agora.”
Elena Vilardell, secretária técnica e executiva da Ibermedia, recebeu uma homenagem da indústria em reconhecimento aos seus esforços incansáveis para promover a colaboração entre os países ibero-americanos.
“Todas as coisas boas que aconteceram no meu programa ao longo de mais de 28 anos aconteceram em Guadalajara… O programa nasceu cá”, declarou Vilardell.
Enquanto isso, o presidente do parecer da FICG, Guillermo Arturo Gómez, presenteou o diretor de “Cisne Preto”, Darren Aronofsky, com um tributo internacional. Aronofsky professou seu profundo afeto pelo México, chamando-o de seu sorte predilecto. Refletindo sobre a arte, ele disse: “Descrever histórias é a tecnologia original da humanidade. É o que…







