O ataque realizado contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no último sábado (25), criou novos contornos de tensão no impasse para o término do conflito com o Irã. O atirador foi identificado uma vez que Cole Tomas Allen e está recluso.
A crítico internacional Ana Prestes avalia, no entanto, que o atentado parece ter mais relação com a questão de Jeffrey Epstein do que com a guerra contra o Irã. Para ela, há alguma coisa de estranho no incidente e há informações ainda não consistentes para uma estudo mais apurada.
“Parece ter sido uma irregularidade enorme da segurança do presidente Trump, do seu entorno. Foi um evento que não aconteceu na Mansão Branca, foi num hotel, que acontece todos os anos para receber os setoristas da Mansão Branca. São os jornalistas e correspondentes internacionais que trabalham diretamente cobrindo a Mansão Branca. No manifesto que os ataques teriam deixado antes, ele falou sobre o Trump uma vez que um pedófilo”, afirma em entrevista ao Conexão BdFpai Rádio Brasil de Roupa.
Prestes destaca também que a informação foi amplamente utilizada no programa “60 Minutos”, quando o presidente estadunidense foi confrontado com a enunciação e se defendeu: “Eu não sou pedófilo”. “[O atirador] não acusa diretamente o Trump, mas acusa os pedófilos”, pontua.
Para o crítico, o atentado pode completar com a munição narrativa para Trump de que existe um inimigo real a ser combatido, dentro e fora do país. “Ele sempre vai usar para se colocar neste lugar, de que está lutando pelos Estados Unidos, enfrentando todos os inimigos dos Estados Unidos, no mundo, até os internos. É mais uma peça desse show”, avalia. “O Trump é hum showmanele vive num eterno picadeiro, num eterno palco.”
Ana Prestes não acredita que o incidente terá poder para impactar de forma significativa o processo de negociação do cessar-fogo. Para ela, as peças desse xadrez continuam mais ou menos nos mesmos lugares: os EUA cada…







