Os sucessos de bilheteria de Hollywood, incluindo as aguardadas cinebiografias dos Beatles e séries de TV de grande orçamento, uma vez que Bridgerton, têm mantido lotadas as instalações dos estúdios de cinema e TV do Reino Unificado.
Mas à medida que a guerra do streaming se recalibra, tendo ultrapassado o “pico da TV”, uma desaceleração na corrida armamentista de teor está levando os promotores imobiliários a passarem a erigir centros de dados em meio ao boom da IA.
Quando o British Film Institute (BFI) finalizar os números sobre o número de filmes e programas de TV de subida qualidade feitos no Reino Unificado em 2025, no final deste ano, espera-se que mostre um terceiro declínio geral anual consecutivo.
“O pico de produção de TV já ficou para trás”, diz um executivo sênior do setor. “O grande boom de construção de estúdios britânicos acabou oficialmente. As empresas imobiliárias pensaram que aproveitar essa vaga seria um grande sucesso; agora os datacenters são os novos estúdios.”
Há quatro anos, a indústria atingiu o pico da TV, quando as guerras de streaming alimentaram um gasto recorde de 7,8 milénio milhões de libras em produções feitas no Reino Unificado, no meio de uma corrida para reabastecer catálogos de filmes e TV que tinham sido drasticamente esgotados posteriormente a pandemia ter resultado no fechamento de instalações em todo o Reino Unificado.
Isto desencadeou uma novidade vaga de planos para a construção e expansão de estúdios, muito uma vez que estimulou o sector de “utilização entretanto” – a utilização de locais temporários, uma vez que antigas fábricas de tapetes, instalações militares e outros espaços, à medida que a procura ultrapassava a capacidade.
Em 2023, as greves combinadas de atores e roteiristas de Hollywood congelaram a produção, num momento em que as empresas de streaming mudaram o foco de uma corrida fortemente deficitária por graduação para gastos mais criteriosos em teor na procura por lucratividade sustentável.
Nos últimos anos, as finanças cada vez mais sob pressão das emissoras nacionais, uma vez que a BBC, a ITV e o Channel 4, também significaram um retrocesso na encomenda de conteúdos.
“Uma quantidade colossal de espaço de estúdio foi construída”, diz Adrian Wootton, executivo-chefe da British Film Commission (BFC)….







