Men at Work faz show em SP com sucessos dos anos 80 – 05/06/2026 – Ilustrada

Ó mostrar fazer Homens trabalhando em São Paulo começou às 21h20, com Colin Hay entrando no palco de blazer branco, calça branca e camisa de linho branco, segurando uma guitarra sunburst entre o amarelo e o vermelho.

Logo na ingressão, ele abriu um sorriso enorme, disse “Brasil” e fingiu enxugar uma lágrima, porquê alguém feliz por estar de volta ao país.

Hoje, Hay é o único clássico da margem no palco. O grupo atual funciona mais porquê uma formação de suporte para suas músicas do que porquê uma reunião do Men at Work original.

Ainda assim, a identidade sonora continua ali, principalmente pelas flautas e saxofones feitos pela pequena de vermelho da margem, Rachel Mazer, que também toca órgão e nasceu depois de todas aquelas músicas terem sido compostas e feitas com sucesso.

A pista estava muito lotada e cercada por poltronas numa espécie de anfiteatro. Muita camiseta preta, várias do Rosa Floydbolsas Gucci, Chanel e Prada, famílias inteiras, jovens acompanhando tios e um clima de pós-expediente de escritório da Faria Lima.

Antes do show, por exemplo, era provável ouvir dois farialimers dando conselhos um ao outro: “o não você já tem”.

O primícias da apresentação foi personalidade de quem estava esperando os grandes sucessos, mas, para falar a verdade, o público estava muito paciente.

Colin Hay abriu espaço para músicas menos conhecidas, faixas de sua curso solo e longos trechos instrumentais antes de entregar as canções mais famosas. Falando em paciência, o show ainda teve solo de bateria e um solo multíplice de plebeu.

Quando veio Who Can It Be Now? e Overkill, o envolvente mudou. Pessoas cantava cima ao volta da pista, quase sem precisar olhar para o palco. Em “Overkill”, principalmente, a participação do público parecia mais poderoso do que em outros momentos da noite.

Já em Down Under, a mansão se transformou num karaokê coletivo —se não com a letra original, pelo menos nos “la-la-las”.

Entre porquê…


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