UMvioloncelista do Nash Ensemble e do Emerson Quartet, Paulo Watkins mergulhou em quase toda a música de câmara que Beethoven escreveu. Agora ele traz esses anos de experiência para sua primeira gravação de sonatas para violoncelo. Ele se aproximou do pianista Alessio Bax para nascente projeto depois de ouvi-lo tocar a Sonata ao Luar, e seu instinto foi bom: a realização deles cá parece vir de um impulso compartilhado, incansavelmente eloqüente, sem nunca parecer buscar efeito.
Juntas, essas cinco sonatas abrangem a vida de compositor de Beethoven. Os dois primeiros datam da idade de seus primeiros concertos para piano e mostram Beethoven abrindo novos caminhos na maneira uma vez que escreve para violoncelo e teclado uma vez que parceiros iguais em duetos. Ambas as sonatas têm introduções lentas e sérias que conduzem a movimentos extensos que mostram o virtuosismo do pianista, aos quais Bax se eleva com um toque ligeiro e nítido. A terceira expansiva, Op 69, na qual Beethoven trabalhou junto com a Quinta Sinfonia, centra-se em um movimento intermediário feliz, semelhante a um scherzo sinfônico; está muito ponderado cá, o impulso continua através de todas as mudanças na textura. O par final de sonatas aproveita todos os poderes de frase de Watkins, em pessoal a nº 5, a única de todas a ter um movimento lento completo. Começa em um estilo reticente, quase uma vez que um hino, e floresce em um pouco profundamente sentido; Watkins e Bax lidam com suas passagens finais com moderação rigidamente controlada e, em seguida, limpam suavemente o ar com a introdução à pequena fuga do final. Está tudo muito muito feito.
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