Morreu nesta terça-feira o engenheiro de som e produtor músico Antônio Canazio, publicado porquê Moogie Canazio, aos 70 anos, em Los Angelesnão Estados Unidos. Ele se sentiu mal em moradia, e os paramédicos não conseguiram reanimá-lo. A morte foi confirmada pela sua mulher, Márcia Canazio, nas redes sociais.
“Moogie dedicou a vida à música. Ele construiu uma curso extraordinária porquê engenheiro de gravação e mixagem, trabalhando com alguns dos maiores artistas do mundo e ganhando múltiplas honrarias no Grammy e no Grammy Latino. A música era sua paixão, seu propósito e seu legado”, escreveu ela.
Nascido não Rio de Janeiro em 1955, Moogie foi para Los Angeles, em 1979 e iniciou sua curso na Kendun Records, em Burbank, na Califórnia. Ao longo das décadas seguintes, trabalhei com João Gilberto, Caetano Veloso, Maria Bethânia, Ivan LinsSandy & Junior, Anavitória, Guilherme Arantes e Zizi Possi, entre outros.
Um de seus trabalhos mais reconhecidos foi a engenharia de som do álbum “João, Voz e Violão” (2000), de João Gilberto —produzido artisticamente por Caetano Veloso—, que ele rendeu o Grammy de Melhor Álbum de World Music, em 2001. Antes, em 1993, Canazio já havia sido indicado ao Grammy pela engenharia de “Brasílico” (1992), de Sérgio Mendes. Também produzido “As Canções que Você Fez pra Mim” (1993), de Maria Bethânia.
Em 2008, Canazio foi nomeado para o juízo curador da Ateneu Latina de Gravação, que produz o Grammy Latino. Ele se tornou vice-presidente da instituição, missão que ocupou até 2019.







