A organização social Sustenidos, atual gestora do Theatro Municipal de São Paulovai concorrer novamente ao edital para a gestão do equipamento cultural.
Tanto o Tribunal de Contas do Município quanto a gestão Ricardo Nunes (MDB) pediram que a gestão atual dos Sustenidos fosse rompida. A OS, porém, segue avante do teatro. Também participa do certome o Instituto Bacarelli. Serão somente duas concorrentes.
O Bacarelli assumiu em 2022 a gestão de 12 unidades dos Centros Educacionais Unificados, os CEUs, por meio de contrato com a prefeitura da capital paulista. Em 2024, a instituição iniciou a construção do Teatro Baccarelli, em Heliópolis.
O pregão das concorrentes do novo edital de gestão do Theatro Municipal ocorreu na manhã desta terça (14), no prédio da Terreiro das Artes, núcleo da capital paulista.
São ao todo R$ 663 milhões num contrato de 60 meses para a vencedora do claro. O resultado deve trespassar no termo de maio.
Para críticos da gestão da Sustenidos, sua direção artística é orientada por pautas ligadas à esquerda. Vereadores conservadores, aliados a Nunes, se posicionaram contra a administradora, por uma suposta doutrinação ideológica no teatro.
O Instituto Bacarelli, concorrente da Sustenidos, tem porquê superintendente Hélio Ferraz, que substituiu Mário Frias (PL-SP) na chefia da logo Secretaria Privativo da Cultura, no termo do governo Jair Bolsonaro (PL).
Foram meses de turbulência que antecederam a sessão de franqueza dos envelopes das concorrentes —três impugnações, três meses de tardança, dois funcionários suspensos, uma ordem do Tribunal de Contas para suspender o edital e a anulação da nomeação de dois membros da percentagem de avaliação da Fundação Theatro Municipal de São Paulo.
O edital havia sido publicado inicialmente em dezembro, mas no mesmo mês do Tribunal de Contas do Município suspende o certoem seguida o texto suportar uma série de…







